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quarta-feira, 17 de junho de 2020
domingo, 26 de janeiro de 2020
GEOPOLÍTICA: ANÁLISE DAS RELAÇÕES GLOBAIS | Resumo de Geografia para o Enem
Olá, pessoal! Depois de um longo e tenebroso inverno estamos de volta com nossas publicações!Por oportuno, vamos dar um enfoque especial a questão da GEOPOLÍTICA MUNDIAL, uma vez que as coisas estão esquentando entre as potências mundiais por questões étnicas,religiosas, econômicas,territoriais,etc.
Um grande abraço a todos e até a próxima.
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Nuvem radioativa que atingiu a Europa
Origem seria um acidente durante uma arriscada operação de
reprocessamento de combustível nuclear em Mayak
Em Outubro de 2017 cientistas de um laboratório italiano
detectaram a presença do elemento radioativo Rutênio-106 no ar da cidade de
Milão. O elemento é um subproduto da fissão do Urânio-235, usado como
combustível em usinas nucleares. A última vez em que ele foi detectado na
atmosfera foi em 1986, após o desastre nuclear em Chernobyl. Ou seja, sua
presença era um indicador de que em algum lugar, um acidente nuclear havia
ocorrido.
O Instituto Francês para Proteção Radiológica e Segurança
Nuclear (IRSN) realizou uma investigação e determinou que o material veio da
região dos Montes Urais, na Rússia, e era fruto de esforços para
reprocessamento de combustível nuclear “gasto” em uma usina. Nesta região só há
uma instalação de reprocessamento de combustível: Mayak.
A Rosatom, agência do governo russo responsável pelo setor
nuclear no país, negou que qualquer acidente tivesse ocorrido, inicialmente
dizendo que o material radioativo teria vindo de um satélite que queimou na
atmosfera, e depois alegando que teria vindo de um acidente nuclear na Romênia.
Mas um novo estudo realizado em conjunto por mais de 60
autores em 50 instituições em toda a Europa confirma que Mayak foi a fonte do
material radioativo, classificando o evento como um “acidente nuclear não
declarado”. Além disso, agora sabemos de onde o material veio, e porque estava
sendo manipulado.
O estudo confirma uma suposição do IRSN de que os russos
estavam tentando criar uma fonte altamente compacta e altamente radioativa de
material que pudesse emitir uma grande quantidade de neutrinos, que seria usada
em um experimento italiano chamado SOX. O material usado nesta fonte seria o
cério-114, e para obtê-lo a usina estava reprocessando de combustível nuclear
“muito jovem”, com menos de 2 anos de idade.
Tal reprocessamento é extremamente arriscado, não só pelos
níveis de radioatividade emitidos pelo combustível como pela possibilidade da
geração de compostos extremamente voláteis, como o tetróxido de rutênio. Este
composto pode ter sido o responsável por uma explosão ou vazamento que resultou
na liberação de material radioativo na atmosfera.
Não foi a primeira vez que o governo russo tentou encobrir
um acidente nuclear. Em 29 de Setembro de 1957 uma explosão em um tanque de
armazenamento de lixo nuclear líquido espalhou uma nuvem de material radioativo
que cobriu uma área de até 20.000 Km2. O local? Mayak.
Fonte: Wired
quinta-feira, 31 de maio de 2018
terça-feira, 10 de maio de 2016
PROJETO DE REVITALIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO IGARAPÉ PIRES DE SÁ
Esse filme foi produzido pelo Studio Ein Gedi Produções, sobre o trabalho de alunos e professores da Escola Estadual Zilda da Frota Uchôa, em Vilhena, Rondônia, na recuperação das nascentes do Igarapé Pires de Sá.
quinta-feira, 10 de março de 2016
VAMOS DETURPAR O DIA DA MULHER
"A
liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem
presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é
destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. (Pe. Paulo Ricardo de
Azevedo Júnior)
A História é esta: em
1910, a comunalha do mundo todo, reunida sob a organização Segunda
Internacional Comunista, com a participação de Lenin e outros líderes que,
pouco tempo depois, seriam responsáveis pelo genocídio de dezenas de milhões de
pessoas, definiu que o dia 8 de março marcaria o Dia Internacional da Mulher.
As intenções, como soem ser as intenções revolucionárias, pareciam ser as
melhores: sob a esparrela da independência, queriam tirar a mulher da opressão
do lar e levá-las para a liberdade das fábricas. Karl Marx já postulara coisa
semelhante, mas em relação às crianças. Em crítica à plataforma do Partido Social-Democrata
Alemão, escreveu:
"Uma proibição geral
do trabalho infantil é incompatível com a existência de indústria em larga
escala e, por isso, um desejo piedoso e vazio. Sua realização – se possível –
seria reacionária, já que, com uma estrita regulação do tempo de trabalho de
acordo com as diferentes faixas etárias e outras medidas de segurança para a
proteção das crianças, a combinação desde cedo de trabalho produtivo com
educação é um dos meios mais potentes para a transformação da sociedade
presente."
O que Marx, Lenin e todos
que entenderam o socialismo pretendiam era que mulheres, crianças e idosos
conformassem, com os homens, a imensa massa igualitária, igualmente miserável e
à disposição da indústria planificada, em que todos são iguais, exceto a
nomenklatura. Em verdade, as mulheres do mundo todo estavam sendo convidadas a
optar por algo que, logo adiante, em todos os países socialistas, tornar-se-ia obrigação:
trocar o insuportável peso de colheres e panos-de-prato pela confortável leveza
de ferramentas e máquinas industriais.
Nas últimas décadas, essa
simbologia pegou forte por aqui e, cada vez mais, as mulheres têm abandonado a
suposta exploração machista (sobre a qual Olavo de Carvalho – não poderia ser
diferente – já escreveu o que havia para escrever) em nome de uma suposta
liberdade, composta por confusão, histeria e desalento. Entretanto, não foi
sempre assim.
Na primeira metade do
século XX, o mundo civilizado legou a “comemoração” ao esquecimento, preferindo
presenteá-las com liberdade, enquanto os membros da União Soviética mais a
China e o Vietnã mantiveram-na como feriado nacional (mantendo as promessas do maravilhoso
mundo socialista limitadas ao discurso e aos símbolos). Apenas na década de
1960 o festejo voltou à agenda ocidental, por iniciativa do Movimento
Feminista, que achava uma boa idéia o Ocidente imitar países como Azerbaijão,
Mongólia, Tajiquistão, Quirguistão e Vietnã e comemorar o 8 de março como
símbolo das lutas das mulheres. (Qual seria a reação das feministas se a
Civilização Ocidental tratasse suas mulheres da forma como eram – e são –
tratadas as mulheres das nações que penam na mão do Socialismo?)
Resta claro, pois, que a
consolidação do Dia Internacional da Mulher é fruto da mendacidade esquerdista
e, como toda ação revolucionária, envolve mentiras e manipulações de
informações.
Contudo, a data acabou
sendo mais um tiro no pé revolucionário: em vez de demonstrações de força da
mulher e de igualdade de gêneros (o que é impossível em todos os níveis, do
ontológico ao lógico), o dia é marcado por manifestações de respeito, veneração
e prostração do homem ante a sensível, amável e encantadora mulher. Com sua
temerária passividade, a civilização judaico-cristã absorveu a comemoração
revolucionária, mas, ao mesmo tempo, com seu respeito ao Direito Natural das
gentes, subverteu-a e a dotou de humanidade e decência, com uma boa dose de
capitalismo (pelo que a indústria e o comércio agradecem).
Parece-me bom, sim,
comemorar o Dia da Mulher, como um marco àquilo que deve ser a regra: o amor a
quem gesta a vida. Mas sigamos comemorando o 8 de março, também, como uma
data-símbolo, que representa a imposição da realidade civilizada sobre
devaneios ideológicos.
Não há feminismo que
resista às insuperáveis diferenças inatas entre mulheres e homens. Não há
discurso esquerdista que supere o progresso e a liberdade do mundo civilizado.
Não há bandeira revolucionária que passe incólume pelo crivo da realidade.
O socialismo até tem um
discurso bonito, mas no capitalismo, na civilização ocidental, fundada sobre a
moralidade judaico-cristã, temos liberdades, decência, comida, papel higiênico
e a possibilidade de oprimir nossas mulheres com flores, bombons e carinhos.
Não deixe de assistir ao Padre Paulo Ricardo
falando sobre o maior inimigo da mulher, o feminismo, nem de ler um dos textos
mais brilhantes do Olavo de Carvalho, a “Breve história do machismo”.
http://colombomendes.blogspot.com
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