domingo, 26 de janeiro de 2020

GEOPOLÍTICA: ANÁLISE DAS RELAÇÕES GLOBAIS | Resumo de Geografia para o Enem



Olá, pessoal! Depois de um longo e tenebroso inverno estamos de volta com nossas publicações!Por oportuno, vamos dar  um enfoque especial a questão da GEOPOLÍTICA MUNDIAL, uma vez que as coisas estão esquentando entre as potências mundiais por questões étnicas,religiosas, econômicas,territoriais,etc.
Um grande abraço a todos e até a próxima.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Nuvem radioativa que atingiu a Europa



Origem seria um acidente durante uma arriscada operação de reprocessamento de combustível nuclear em Mayak

Em Outubro de 2017 cientistas de um laboratório italiano detectaram a presença do elemento radioativo Rutênio-106 no ar da cidade de Milão. O elemento é um subproduto da fissão do Urânio-235, usado como combustível em usinas nucleares. A última vez em que ele foi detectado na atmosfera foi em 1986, após o desastre nuclear em Chernobyl. Ou seja, sua presença era um indicador de que em algum lugar, um acidente nuclear havia ocorrido.
O Instituto Francês para Proteção Radiológica e Segurança Nuclear (IRSN) realizou uma investigação e determinou que o material veio da região dos Montes Urais, na Rússia, e era fruto de esforços para reprocessamento de combustível nuclear “gasto” em uma usina. Nesta região só há uma instalação de reprocessamento de combustível: Mayak.
A Rosatom, agência do governo russo responsável pelo setor nuclear no país, negou que qualquer acidente tivesse ocorrido, inicialmente dizendo que o material radioativo teria vindo de um satélite que queimou na atmosfera, e depois alegando que teria vindo de um acidente nuclear na Romênia.
Mas um novo estudo realizado em conjunto por mais de 60 autores em 50 instituições em toda a Europa confirma que Mayak foi a fonte do material radioativo, classificando o evento como um “acidente nuclear não declarado”. Além disso, agora sabemos de onde o material veio, e porque estava sendo manipulado.
O estudo confirma uma suposição do IRSN de que os russos estavam tentando criar uma fonte altamente compacta e altamente radioativa de material que pudesse emitir uma grande quantidade de neutrinos, que seria usada em um experimento italiano chamado SOX. O material usado nesta fonte seria o cério-114, e para obtê-lo a usina estava reprocessando de combustível nuclear “muito jovem”, com menos de 2 anos de idade.
Tal reprocessamento é extremamente arriscado, não só pelos níveis de radioatividade emitidos pelo combustível como pela possibilidade da geração de compostos extremamente voláteis, como o tetróxido de rutênio. Este composto pode ter sido o responsável por uma explosão ou vazamento que resultou na liberação de material radioativo na atmosfera.
Não foi a primeira vez que o governo russo tentou encobrir um acidente nuclear. Em 29 de Setembro de 1957 uma explosão em um tanque de armazenamento de lixo nuclear líquido espalhou uma nuvem de material radioativo que cobriu uma área de até 20.000 Km2. O local? Mayak.

Fonte: Wired

terça-feira, 10 de maio de 2016

NAS ÁGUAS DA MEMÓRIA...

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO IGARAPÉ PIRES DE SÁ






Esse filme foi produzido pelo Studio Ein Gedi Produções, sobre o trabalho de alunos e professores da Escola Estadual Zilda da Frota Uchôa, em Vilhena, Rondônia, na recuperação das nascentes do Igarapé Pires de Sá.
 

quinta-feira, 10 de março de 2016

VAMOS DETURPAR O DIA DA MULHER




"A liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. (Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior)

A História é esta: em 1910, a comunalha do mundo todo, reunida sob a organização Segunda Internacional Comunista, com a participação de Lenin e outros líderes que, pouco tempo depois, seriam responsáveis pelo genocídio de dezenas de milhões de pessoas, definiu que o dia 8 de março marcaria o Dia Internacional da Mulher. As intenções, como soem ser as intenções revolucionárias, pareciam ser as melhores: sob a esparrela da independência, queriam tirar a mulher da opressão do lar e levá-las para a liberdade das fábricas. Karl Marx já postulara coisa semelhante, mas em relação às crianças. Em crítica à plataforma do Partido Social-Democrata Alemão, escreveu:
"Uma proibição geral do trabalho infantil é incompatível com a existência de indústria em larga escala e, por isso, um desejo piedoso e vazio. Sua realização – se possível – seria reacionária, já que, com uma estrita regulação do tempo de trabalho de acordo com as diferentes faixas etárias e outras medidas de segurança para a proteção das crianças, a combinação desde cedo de trabalho produtivo com educação é um dos meios mais potentes para a transformação da sociedade presente."

O que Marx, Lenin e todos que entenderam o socialismo pretendiam era que mulheres, crianças e idosos conformassem, com os homens, a imensa massa igualitária, igualmente miserável e à disposição da indústria planificada, em que todos são iguais, exceto a nomenklatura. Em verdade, as mulheres do mundo todo estavam sendo convidadas a optar por algo que, logo adiante, em todos os países socialistas, tornar-se-ia obrigação: trocar o insuportável peso de colheres e panos-de-prato pela confortável leveza de ferramentas e máquinas industriais.
Nas últimas décadas, essa simbologia pegou forte por aqui e, cada vez mais, as mulheres têm abandonado a suposta exploração machista (sobre a qual Olavo de Carvalho – não poderia ser diferente – já escreveu o que havia para escrever) em nome de uma suposta liberdade, composta por confusão, histeria e desalento. Entretanto, não foi sempre assim.

Na primeira metade do século XX, o mundo civilizado legou a “comemoração” ao esquecimento, preferindo presenteá-las com liberdade, enquanto os membros da União Soviética mais a China e o Vietnã mantiveram-na como feriado nacional (mantendo as promessas do maravilhoso mundo socialista limitadas ao discurso e aos símbolos). Apenas na década de 1960 o festejo voltou à agenda ocidental, por iniciativa do Movimento Feminista, que achava uma boa idéia o Ocidente imitar países como Azerbaijão, Mongólia, Tajiquistão, Quirguistão e Vietnã e comemorar o 8 de março como símbolo das lutas das mulheres. (Qual seria a reação das feministas se a Civilização Ocidental tratasse suas mulheres da forma como eram – e são – tratadas as mulheres das nações que penam na mão do Socialismo?)

Resta claro, pois, que a consolidação do Dia Internacional da Mulher é fruto da mendacidade esquerdista e, como toda ação revolucionária, envolve mentiras e manipulações de informações.
Contudo, a data acabou sendo mais um tiro no pé revolucionário: em vez de demonstrações de força da mulher e de igualdade de gêneros (o que é impossível em todos os níveis, do ontológico ao lógico), o dia é marcado por manifestações de respeito, veneração e prostração do homem ante a sensível, amável e encantadora mulher. Com sua temerária passividade, a civilização judaico-cristã absorveu a comemoração revolucionária, mas, ao mesmo tempo, com seu respeito ao Direito Natural das gentes, subverteu-a e a dotou de humanidade e decência, com uma boa dose de capitalismo (pelo que a indústria e o comércio agradecem).
Parece-me bom, sim, comemorar o Dia da Mulher, como um marco àquilo que deve ser a regra: o amor a quem gesta a vida. Mas sigamos comemorando o 8 de março, também, como uma data-símbolo, que representa a imposição da realidade civilizada sobre devaneios ideológicos.
Não há feminismo que resista às insuperáveis diferenças inatas entre mulheres e homens. Não há discurso esquerdista que supere o progresso e a liberdade do mundo civilizado. Não há bandeira revolucionária que passe incólume pelo crivo da realidade.
O socialismo até tem um discurso bonito, mas no capitalismo, na civilização ocidental, fundada sobre a moralidade judaico-cristã, temos liberdades, decência, comida, papel higiênico e a possibilidade de oprimir nossas mulheres com flores, bombons e carinhos.
 Não deixe de assistir ao Padre Paulo Ricardo falando sobre o maior inimigo da mulher, o feminismo, nem de ler um dos textos mais brilhantes do Olavo de Carvalho, a “Breve história do machismo”.
http://colombomendes.blogspot.com