terça-feira, 5 de abril de 2011

Estação Ferroviária de Garanhuns








Great Western of Brazil Railway Estação de Garanhuns - 1905

O CRIME DO CAFÉ CHILE

O ASSASSINATO DE JÚLIO BRASILEIRO

Os cafés – concertos eram ambientes muito freqüentados pelas mais diversas camadas populares no início do século XX. Via de regra, esses espaços estavam localizados no centro do Recife.Eram espaços do ócio, dos negócios,da contestação política,das inter-relações sócio-culturais, das bebedeiras e também das solidariedades.Territórios que fugiam do controle das autoridades,que possuíam seus códigos seus ritos e símbolos.Fugiam a hierarquização estabelecida pelas elites.Nesses espaço abria-se a possibilidade de diálogo.Indivíduos da elite também freqüentava os bares considerados de “segunda categoria” com seus códigos de conduta e signos distintos.Nesses ambientes era possível ver cidadãos respeitáveis vestidos de fraque, anel de brilhante no dedo, pérola na gravata, beberem garrafas e mais garrafas de cerveja, às vezes gritar e dar altas gargalhadas num jogo animado de cartas ou de dados.

O Café Chile, localizado na Praça da Independência no centro do Recife, de acordo com os almanaques da década de 1910, era um espaço destinado a uma clientela de maior poder aquisitivo. Segundo anúncios da época o Café Chile tinha instalações modernas e serviços de qualidade refinadas.O estabelecimento era iluminado por luz elétrica e o serviço de copa- cozinha à vista do freguês.Sua noites eram animadas por uma orquestra que se apresentava diariamente até as duas da manhã.As pessoas mais exigentes quanto aos padrões de higiene e limpeza dos locais que freqüentavam estariam bem servidas nesse lugar.Em seu interior havia uma tabacaria que dispunha de cigarros, charutos e fumos das mais diversas procedências para atender ao gosto refinado de sua clientela.Seu cardápio visava atender ao paladar de indivíduos mais abastados.

Segundo propaganda da época, o Café Chile buscava atrair um público mais requintado e diferenciado, apresentando a imagem de um ambiente confiável e seleto.Para agradar os mais diversos paladares o menu oferecia uma grande variedade de petiscos, refeições ligeiras como “ macarronada italiana,ovos quentes e fritos e comidas frias”.Sorvetes, refrescos, chocolates, bombons, chá, café, torradas e uma grande variedades de bebidas nacionais e estrangeiras.Oferecia aos seus clientes os alimentos e bebidas mais refinados e dispendiosos.Era um ambiente exclusivamente freqüentado pela elite da capital e também do interior. 

                                         
                                      Júlio Brasileiro

Na noite do dia 14 de janeiro de 1917 o deputado estadual e prefeito eleito de Garanhuns, Coronel Júlio Euthymio da Silva Brasileiro, como de costume quando estava na capital encontrava-se no terraço do Café Chile desfrutando da brisa  noturna com alguns amigos tomando cerveja.Chefe político de Garanhuns e rico fazendeiro ligado ao governo de Manoel Borba, Júlio Brasileiro, eleito pela segunda vez prefeito do município, enfrentava oposição por parte da elite política garanhuense que denunciara fraude no pleito que o elegera .

Vestido de modo elegante e recostado à cadeira o coronel conversava.Por volta das 20:30hs , Sales Vila Nova  aproximou-se da mesa e sem hesitar desfechou quatro  tiros no coronel - seu antigo desafeto e responsável pela surra de cipó de boi que levara dias antes.A vítima ainda tentou esboçar reação sacando a arma que sempre levava ao coldre.Todavia, mortalmente ferido, veio a falecer horas depois.O episódio desencadeou uma carnificina na cidade no dia seguinte e nos dias que se seguiram culminando com a morte de mais de 30 pessoas. 

Esse trágico episódio ficou conhecido como a Hecatombe de Garanhuns


Bibliografia: A sedução da noite nos cafés do Recife dos anos 1920: entre prazeres e transgressões: Sylvia Costa Couceiro ANPUH XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA,2007

LEMBRANÇAS DO MEU TEMPO




                       Alameda da entrada principal do Colégio XV de Novembro - Garanhuns-PE

Essas árvores são testemunhas silenciosas do tempo em que o Colégio Quinze de Novembro ficava com suas portas abertas para a população. Menino pobre e sem pertencer a alguma família de nome proeminente na cidade arriscava-me a freqüentar o ambiente do colégio nas horas vagas.
Nessa época morávamos na travessa Silvino Macedo, por trás do Colégio Estadual. Passar uma manhã ou uma tarde no ambiente do Colégio Quinze era uma aventura. Jogos de futebol de salão, basquete, vôlei e outros esportes, campeonatos, intercâmbios com times da capital faziam parte de sua dinâmica de atuação esportiva. Melhor ainda quando a Marinha Brasileira com seus atletas participavam de jogos com os atletas do Quinze uma vez por ano.
Estilingue (na época o nome era: peteca) pendurado no pescoço, vestido com calças curtas acima dos joelhos, descalço e despenteado (a molecada até certa idade não dá o mínimo para aparência) lá estava eu querendo ver tudo e saber de tudo que estava acontecendo. Usei calças curtas tanto tempo que ganhei o apelido de “escoteiro” . Falava com minha mãe para mandar fazer calças compridas para mim e ela não me dava ouvidos. O problema é que seria necessário o dobro do tecido para tal intento. A grana era curta.
Haja gracejos da molecada: escoteiro! Que sufoco.
Depois de ir de um lugar para outro querendo ver tudo ao mesmo tempo, cansado, nem sobrava tempo para a caçada de calangros, lagartixas e passarinhos do sítio do colégio. O passeio só estaria completo se colhesse alguma fruta para repor as energias:um caju, uma goiaba, uma manga...
Em relação aos outros colégios da cidade, o Quinze - como era conhecido por todos - tinha uma postura amena quanto ao acesso de meninos pobres em seu ambiente. Nesse tempo andar bem vestido e com calçado nos pés não era para todos.
Lembro que minha mãe só podia comprar roupas novas no final de cada ano. Eram as roupas para o Natal e o Ano Novo. Durante a semana eram usadas as roupas velhas, às vezes remendadas. Via de regra, nada nos pés. A maior parte do tempo ficávamos descalços. Os sapatos novos comprados no final de cada ano – quando era possível comprar – só deviam ser usados aos domingos para passear no Pau Pombo, ir à matinê no cinema e ir à missa no final da tarde.
Por conta de andar sempre descalço meus pés apresentavam um aspecto horrível: sujos e machucados. Muitas vezes levava “topadas” que arrancavam pedaços dos dedos dos pés.As unhas sofriam machucados.Era uma “via dolorosa” quase todos os dias.Espinhos,  pregos,cacos de vidro e outros são os “vilões” dos pés desprotegidos.
Com os pés machucados, como calçar os sapatos no final de semana?
Os pés, tão desacostumados com os sapatos, sofriam também com os calos que surgiam após as caminhadas domingueiras.
Que sacrifício.















Judeus na Alemanha

JUDEUS NA ALEMANHA

De todos os países da Europa, a Alemanha é um dos que tem a história e a tradição judaica mais rica. Os judeus residem lá há cerca de 1700 anos, passando por períodos de estabilidade e períodos de perseguição e extermínio.

Não existem documentos históricos que mostram aonde foi a primeira comunidade judaica a se instalar na Alemanha (na época, a região era chamada pelos romanos de “Germânia Superior”, “Germânia Inferior” e "Germânia Magna"). O primeiro documento autentico relativo a uma comunidade judaica na região é do ano de 321 e relata a presença judaica na Colônia do Reno, aonde os judeus tinham o mesmo direito jurídico e civil dos demais, mas foram limitados a divulgação de sua fé e a ocupar cargos no governo.

Os judeus, lá, eram livres para trabalhar em qualquer profissão e acabaram indo para a agricultura, comércio, indústria e gradualmente entrando no negócio de empréstimos.

Passaram-se os governantes e o estatuto dos judeus alemães permanecia quase que inalterado. Quando Louis Pias assumiu, os judeus tinham ampla liberdade comercial e pagavam um pouco mais de impostos do que os cristãos. Mais tarde um assessor especial foi nomeado para proteger os privilégios judeus. Tempos depois foi informado aos governantes que a população cristã ficava cada vez mais desconfiada dos judeus. Este sentimento ficava mais exposto quando havia “ataques” contra a liberdade cívica dos judeus. Com a chegada do 10º século, a semana santa se tornou mais um período de perseguição a judeus. Contudo, os imperadores Saxões não estimularam essa perseguição: apenas faziam os judeus pagar mais impostos do que os cristãos.

Passou-se o tempo até se chegar à época das cruzadas. Com o objetivo de libertar Jerusalém dos muçulmanos turcos a 1ª Cruzada teve início. Com essa união cristã para uma única finalidade, os judeus passaram a ser cada vez mais vistos como estranhos e até, às vezes, como aliados dos muçulmanos. Enquanto os soldados da unidade cristã marchavam para a terra santa, massacravam as comunidades judaicas no caminho. Comunidades em Worms e Mainz foram devastadas. Em Mainz, por exemplo, mil judeus foram mortos em um único dia, em 1096 e sinagogas e outros edifícios da comunidade judaica foram destruídos. É importante lembrar que o Papa chegou a condenar esses atos contra os judeus, mas não usou de sua influência nem de freqüência para tentar impedir o massacre. Com a falta de punição contra os violadores das palavras do Papa os massacres continuaram durante as próximas sete cruzadas nos séculos XII e XIII.

A comunidade judaica mudou fortemente após as cruzadas: os judeus deixaram de ser uma classe predominantemente comercial, já que, com a passagem das cruzadas pela região, foram abertas as portas para os cristãos. Os judeus também agora eram chamados de agiotas já que eram os únicos que poderiam emprestar dinheiro a todos. Os judeus com o passar do tempo foram se reunindo em guetos, um em cada cidade. Os guetos da Alemanha Medieval partiram da idéia de judeus de poderem se unir e se ajudar.

Os séculos que se passaram foram difíceis para os judeus. No século XIII a Igreja instituiu a Inquisição. As perseguições aos hereges – na qual os judeus se incluíam - eram constantes. Torturas, conversões forçadas e mortes eram diárias. Ao mesmo tempo os judeus eram acusados de matar crianças para fins religiosos e, durante a Peste Negra, de envenenar poços. Todas essas acusações levaram a uma gradual expulsão dos judeus das cidades da Alemanha mais por parte da própria população e da incerteza do estatuto que dizia que os judeus eram cidadãos na cidade em que viviam. Apesar disso, cada cidade alemã concedeu certo numero de direitos aos judeus em uma carta. Esta carta definia os impostos que os judeus iam pagar e delineava a área em que os judeus poderiam morar e garantia-lhes proteção.

Os judeus nunca chegaram totalmente a abandonar a Alemanha. Mesmo sendo expulsos de uma cidade-estado, o caráter desunificado da Alemanha garantia que outra cidade-estado iria lhes conceder uma carta. A razão para isso acontecer era de que essas cidades-estados precisavam dos judeus e sua habilidade no comércio.

Em geral, os judeus migraram dentro da Alemanha, na Idade Média, a partir das cidades no Reno, no sul, a leste e ao norte. Ao longo do século XIII, foram sendo formadas comunidades em Munique, Viena e Berlim, que se tornariam importantes cidades judaicas da Alemanha na era moderna.

Com o passar do tempo os governantes começaram a ver que os judeus eram uma valiosa mercadoria que foi perdida. Começou então um grande processo de readmissão dos judeus através das velhas cartas de direitos. Esses direitos cada vez eram mais parecidos com os dos próprios cidadãos cristão, mas no entanto sua autonomia começou a diminuir à medida que eram introduzidos novamente a sociedade. Com o passar do tempo e sob influência da
Haskalá os judeus começaram a criticar esta semi-autonomia. Quase não houve efeitos. Com o passar do tempo houve a Revolução Francesa, que trouxe o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade" para todos franceses, o que incluía os judeus de lá. Essa emancipação começou a se alastrar por toda a Europa e várias cidades começaram a garantir plena igualdade aos judeus ou começaram a instituir reformas para uma posterior igualdade. Em 1812, a Prússia tornou-se o primeiro Estado alemão a conceder cidadania aos judeus. Tudo ia bem, os judeus se integraram novamente à sociedade, tinham o seu trabalho e sua liberdade de culto.

Já no final do século XIX e início do XX, o anti-semitismo tornou-se mais visível e chegou até a se manifestar na política, mas acabou sendo abafado. Para muitos, apesar do anti-semitismo ter se manifestado novamente na I Guerra Mundial a maior parte das pessoas diz que a prosperidade e a igualdade jurídica dos judeus só acabou com a ascensão de Hitler ao poder, em 1933.

Com a ascensão de Hitler ao poder os judeus começaram a perder tudo o que tinham conseguido. Em 1935 as Leis de Nuremberg foram aprovadas. As mesmas determinaram: Estava proibida a união matrimonial, coabitação e relações sexuais entre judeus e alemães, além de estabelecer uma divisão social que rebaixava os judeus a cidadãos de segunda categoria. Em 1938 as agressões contra os judeus começaram a aumentar, com a destruição de sinagogas e morte de judeus em motins. Em 1941 Hitler decretou a Solução Final transferidos para campos de concentração e de extermínio por toda a Europa, mas concentrados na Europa Oriental. O maior campo de extermínio ao qual os judeus eram levados era o de Birkenau (Auschwitz-II), localizado na
Polônia, onde os judeus eram colocados para trabalhar como escravos e quando não serviam mais eram mortos em câmaras de gás e cremados.

Após o Holocausto e o fim da 2ª Guerra Mundial a população judaica na Alemanha estava arrasada. Se diz que existiam três tipos de judeus na época: Os que tinham fugido antes da guerra e voltado após para reconstruir seus lares, os que acabaram se refugiando na Alemanha, e os que nunca tinham sido descobertos pelos alemães. Esses judeus representavam apenas 5% do número de judeus antes da guerra. Esse número acabou diminuindo mais ainda quando após a criação do Estado de Israel em 1948, em 1950 muitos judeus acabaram migrando para lá onde acreditavam que teriam paz. Por meados dos anos 1960, as comunidades foram solidificados em Berlim Ocidental, Munique, Frankfurt, Dusseldorf, Hamburgo e Colônia. Essas comunidades consistiam em cerca de 20 mil judeus.

Durante muito tempo, as comunidades eram principalmente constituídas de mulheres e homens idosos e as oportunidades de vida judaica eram mínimas: poucas comunidades realizavam diariamente serviços, existiam apenas duas escolas judaicas. Devido às indenizações pagas às comunidades judaicas na Alemanha as mesmas se tornaram umas das mais ricas do mundo e, além disso, a reunificação da Alemanha ( Ocidental e Oriental ) estimulou e aumentou as oportunidades aos judeus. Ao longo do tempo a estagnação dessas comunidades começou a mudar. Muitos imigrantes da ex-União Soviética vieram pra Alemanha e a mesma estava de portas abertas, o que gerou uma tensão com Israel que também tenta sempre trazer imigrantes pra lá. Mas logo foi resolvido quando a Alemanha mudou a política de entrada de imigrantes russos como a de eles terem no máximo 45 anos e exigindo a sua capacidade para falar, ler, escrever e alemão.

Em 10 de novembro de 2006 a comunidade judaica de Munique comemorou a reabertura da principal sinagoga, que foi destruída por Hitler em 1938.

Hoje em dia estima-se que vivam na Alemanha cerca de 200.000 judeus.


O Indice de Desenvolvimento Humano do Brasil

IDH do Brasil está abaixo da média da América Latina e é inferior ao do Peru, diz ONU

Do UOL Notícias
Em São Paulo

IDH América Latina e Caribe

45

Chile

0,783

46

Argentina

0,775

52

Uruguai

0,765

54

Panamá

0,755

56

México

0,750

59

Trindad e Tobago

0,736

62

Costa Rica

0,725

63

Peru

0,723

73

Brasil

0,699

75

Venezuela

0,696

77

Equador

0,695

78

Belize

0,694

79

Colômbia

0,689

80

Jamaica

0,688

88

República Dominicana

0,663

90

El Salvador

0,659

94

Suriname

0,646

95

Bolívia

0,643

96

Paraguai

0,640

104

Guiana

0,611

106

Honduras

0,604

115

Nicarágua

0,565

116

Guatemala

0,560

145

Haiti

0,404

De acordo com o ranking anual de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil, com nota de 0,699, obteve uma nota abaixo da média da América Latina, que foi de 0,704. A média brasileira, no entanto, ainda é superior à mundial, que alcançou 0,624.

O Chile é o país latino-americano mais bem colocado, no 45º lugar e nota de 0,783, seguido pela Argentina (46º). Na América Latina, o Brasil também aparece atrás de Uruguai (52º), Panamá (54º), México (56º), Trinidad e Tobago (59º). Costa Rica (62º) e Peru (63º).

Brasil aparece em 73º no ranking
de IDH mundial 2010, diz ONU

País "médio" do mundo, Moldova tem expectativa de vida de 69,9 anos

* IDH 2009: Brasil no 75º lugar

*

Sobe e desce

A mudança de metodologia provocou alterações importantes no ranking dos países. A França caiu de 8º para 14º, enquanto Israel perdeu 12 posições e recuou de 15º para 27º. Por outro lado, o pequeno principado de Liechtenstein, que no ano passado era o 19º, na versão 2010 do levantamento figura em sexto.

Após figurar em 13º no ano passado, os Estados Unidos subiram para a 4ª colocação, à frente do Canadá -- país vizinho e tido como exemplo de desenvolvimento no mundo.

Cuba, que em 2009 figurava em 51º lugar, não aparece na lista deste ano, devido à mudança de metodologia (o país não teria os indicadores requisitados pela ONU para compor o índice).

Nova metodologia

A formulação do IDH, índice criado em 1990, passou por uma grande mudança este ano, segundo a ONU. Devido à nova metodologia, não se pode comparar o novo IDH de 2009 com índices anteriores.

O índice manteve suas características principais — varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de 1, maior o nível de desenvolvimento humano) e engloba três aspectos essenciais do desenvolvimento humano: conhecimento (medido por indicadores de educação), saúde (medida pela longevidade) e padrão de vida digno (medido pela renda).

A ONU também mudou os indicadores de renda e educação. Devido à reformulação, houve uma redução no número de países e territórios abrangidos: 15 (além de Cuba, foram excluídos Omã e Líbano, por exemplo) saíram da listagem por não disporem de informações verificáveis para pelo menos um dos quatro indicadores usados no índice.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/11/04/brasil-esta-abaixo-idh-medio-da-america-latina-diz-relatorio-da-onu.jhtm acesso 04.10.2010